Rádio-tvWeb Cambury apresenta:

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  A rádio-tvWeb Cambury  agora tem um canal no youtube onde serão divulgados e apresentados vídeos de produções internas feitas por alunos da faculdade Cambury e pela própria rádio-tvWeb.

O endereço eletrônico do canal é : http://www.youtube.com/channel/UCWtP27cN6_rXTfULr8Kx9VA

  E para começar, confiram a entrevista com o ilustre fotógrafo Claudio Edinger que esteve na Faculdade Cambury no dia 21 de março para ministrar a palestra:  Em Busca do Eterno no Efêmero. Na entrevista, Claudio fala sobre como se interessou pela fotografia, de onde vem suas referências e relata a transição da máquina analógica para digital em seu trabalho. Confiram!!

Entrevista: http://www.youtube.com/watch?v=LQfZUhyGGwI

Visita do fotógrafo Claudio Edinger na Faculdade Cambury

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20140321_202025 cópiaNo dia 21 deste mês tivemos a ilustre visita do fotógrafo de arte Cláudio Edinger na Faculdade Cambury! Ele ministrou uma palestra com o título: Em Busca do Eterno no Efêmero. O fotógrafo que está no ramo a 40 anos, falou sobre o início de sua carreira e o decorrer dela até aqui, mostrando vários lugares onde morou e fotografou, com os quais vários desses viraram livros publicados por ele. Além disso, contou sobre sua trajetória relatando histórias, técnicas, sua experiência com o avanço da tecnologia e a influência disso na maneira de fotografar. Discutiu a relação que o fotógrafo precisa ter com o seu trabalho/obra onde o olhar do fotógrafo é o essencial, suas experiencias, suas vivencias todas refletidas em seu trabalho é que faz do fotógrafo de arte ter sua própria identidade e conseguir se expressar através da imagem. E entre os resultados de cada fase de seu processo, as imagens de seus caminhos durante esses 40 anos de carreira foram completando o discurso de Edinger e inspirando a todos que estão começando agora sua trajetória.

Veja a seguir as impressões do professor Marcus Vinas sobre esse encontro:

O curso de fotografia e imagem da faculdade Cambury recebeu um ícone mundial da fotografia de arte. A partir de agora divido com vocês minhas impressões sobre tão relevante momento para o curso. A priori Cláudio foi, a todo tempo, inspirador. Ele mostrou que um verdadeiro artista não tem momentos de arte, mas sim vive a sua arte o tempo todo. É assim que todos nós do curso de fotografia temos que pensar. Temos que encontrar e dar vazão ao artista que habita em todos nós. Sim nosso curso tem uma carga horária grande na parte técnica, mas temos momentos importantes para a nossa formação artística, seja nas aulas de fotografia artística, seja em teoria da imagem e em qualquer outra disciplina do curso a possibilidade de fazer emergir o artista está lá. Não pensem que o nosso curso por sustentar a alcunha de tecnológico, forma técnicos. Nosso curso forma profissionais da arte, que sabem empreender o próprio negócio, montar seu próprio estúdio, mas sem perder de vista o fato de que a qualidade do trabalho repousa na quantidade de arte que se aplica ao trabalho. O que diferencia uma boa foto de uma foto comum é o olhar do artista. Outro ponto relevante que Cláudio abordou foi a questão de equipamentos e acessórios. Ter equipamentos de ponta é importante? Podemos dizer que sim. Ter equipamentos de última tecnologia é garantia de boas fotos? Não! Jamais! Usar Nikon, Canon, Leika e etc; não garante um bom produto final. Ajuda ter bons equipamentos? Sim, com certeza, mas o bom equipamento nas mãos de um fotógrafo com um olhar ruim não pode resultar em algo bom. “É preciso ter a consciência de que o equipamento usado é o meio e não o fim!” Assim encerrou Cláudio o assunto, refletindo até sobre aquela conversa rançosa de que a fotografia analógica é a forma mais romântica e artística de se registar imagens. “Balela”, disse ele. A tecnologia está aí para democratizar, agilizar e desenvolver novas técnicas de se fazer a arte com a luz, se prender em nostalgia só vai engessar e encarecer a linguagem utilizada. Foi-se o tempo em que podíamos afirmar que a ampliação em cromo ou em filme de 35mm ganha na profundidade e no realce das áreas escuras da imagem. Tudo isso é facilmente conseguido com equipamento digital de hoje e ainda somamos a isso os softwares de edição e tratamento de imagens como o Photoshop e o Lightroom. Desta frase vou me lembrar sempre: o equipamento é o meio! Por fim, volto ao início de minhas observações e retomo a arte. É preciso que o fotógrafo ou videasta, cineasta, realizador deixe o artista sobrepujar o técnico e assim botar a técnica para fazer a arte. Para isso é preciso que nos exponhamos ao mundo, vivamos experiências, vejamos o mundo e as suas mais diversas culturas. É preciso que nos embrenhemos nos sentimentos, sorrir quando alegres, chorar quando tristes, viver emoções. Um artista não passa incólume pela vida, o artista carrega na alma as cicatrizes de tudo que viveu, só assim acumulamos vocabulário suficiente para que possamos deixar que o artista em nós possa falar e expressar por meio da arte o que vemos do mundo. Marcus Vinas.

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Reunião entre a Diretoria da Faculdade Cambury e a Polícia Militar

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Reunião sobre Segurança

Programação da semana Cine Cultura

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A partir desta quinta (27/03) se exibem na sala Eduardo Benfica no Cine Cultura, os filmes Era Uma Vez em Tóquio do cineasta japonês Yasujiro Ozu e  Eles Voltam de Marcelo Lordello.  Fiquem ligados na programação e nos horários.  A mostra vai até dia 02/04.

 

 

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Era Uma Vez em Tóquio

 

Realizado em 1953, o filme é considerado a principal obra de Ozu e costuma aparecer em listas dos melhores filmes de todos os tempos. Na trama, um casal de idosos que mora em uma pequena vila no interior decide visitar seus filhos, já adultos, que moram em Tóquio. Ao chegar, o casal nota que os filhos estão muito ocupados com suas rotinas e tratam a visita dos pais como obrigação. Os idosos são, então, acolhidos por Noriko, nora do casal, cujo marido faleceu durante a Segunda Guerra.

Horários: 21h (segunda a sexta); 19h (sábado e domingo)

 

 

 

 

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Eles Voltam

 

Vencedor do Festival de Brasília em 2012, o filme de Marcelo Lordello narra a história de Cris (Maria Luíza Tavares) de 12 anos e Peu (Georgio Kokkosi), seu irmão mais velho, que são deixados na beira da estrada por seus pais. Os irmãos foram castigados por brigar constantemente durante uma viagem à praia. Em pouco tempo percebem que o castigo vem a se tornar um desafio ainda maior. “Eles Voltam” acompanha Cris em sua jornada de retorno ao lar. Um caminho feito de encontros, em que realidades distintas serão seus guias. Uma fábula de tons realistas sobre as vivências que farão Cris se revisitar.

 Horários: 19h (segunda a sexta); 17h (sábado e domingo)

Boa sessão!

Mais informações em: http://cineculturagoias.wordpress.com/

Palestra com o fotojornalista Evandro Teixeira em Goiânia

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O fotógrafo Evandro Teixeira ministrará uma palestra no dia 10 de abril, as 20:00hs no Centro Cultural UFG. A entrada é franca!

 

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Evandro nasceu em 1935, em Irajuba, interior da Bahia, onde iniciou sua carreira como repórter fotográfico de O Diário da Noite e O Jornal (Diários Associados). Mas adiante passou para o Jornal do Brasil, onde ao longo de 47 anos, se tornou um dos principais fotojornalistas do mundo. “Hoje, as fotos de Evandro compõem acervos de museus no Brasil e no exterior.”
O fotógrafo teve várias publicações lançadas, tendo como destaque o livro “Fotojornalismo” com acontecimentos nacionais e internacionais marcantes desde a década de 60 lançado em 1983. No ano de 1992, ele foi incluso no acervo da Biblioteca do Centro de Artes Georges Pompidou, Paris, França.
Evandro está entre os 40 fotógrafos mais importantes do mundo ao lado por exemplo de Sebastião Salgado e Henri Cartier Bresson,  na Galeria da Leica, em Nova lorque.
Ganhou premio com as fotos  “A queda da moto”, que junto com a célebre imagem da “Passeata dos 100 mil” que tornaram-se símbolos do movimento estudantil contra a ditadura militar no Brasil.
Em 1994, teve seu currículo incluso na Enciclopédia Suíça de Fotografia, onde estão registrados os maiores fotógrafos do mundo. Dez anos depois, Evandro teve sua vida e obra retratada em um documentário, exibido nacionalmente: “Evandro Teixeira: Instantâneos da Realidade”.

Alguns trabalhos:

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Site oficial do fotógrafo: http://www.waimagem.com.br/programa%C3%A7%C3%A3o-das-palestras.html

 

Palestra: Evandro Teixeira

Local: Centro Cultural UFG

Data: 10/04/2014

Hora: 20:00hs

 

 

Palestra com o fotógrafo Claudio Edinger, aqui na Faculdade Cambury

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Acontece hoje no Centro de convivência da Faculdade Cambury às 20:00hs, uma palestra com o renomado fotógrafo Cláudio Edinger.

Claudio nasceu no Rio de Janeiro, apaixonou-se pela fotografia em 1970 e em 1975 realizou sua primeira exposição. No ano seguinte mudou-se para os EUA onde se dedicou à fotografia documental e artística, e trabalhou como fotógrafo autônomo para periódicos brasileiros e norte-americanos como O Estado de S. PauloFolha de S. PauloTimeNewsweekLifeRolling Stone. Começou a dar aulas de fotografia em 1979 na Parson’s School of Design e mais tarde no International Center of Photography (ICP), ambos em Nova York. Em 1986 Edinger mudou-se para índia, onde começou a usar cores para fotografar. Seu retorno ao Brasil o levou em 2000, a fotografar em branco e preto , com o foco seletivo, a cidade do Rio de Janeiro.  Ele afirma que sua alma estava em São Paulo e seu coração no Rio. Esta relação particular de amor pelos dois lugares aparece em suas fotografias destas cidades. Edinger é considerado um dos mestres contemporâneos do ensaio fotográfico. Inspirado em Tolstoy, que diz “Sem saber quem sou, a vida é impossível”, Edinger desde o começo de sua carreira, usa a câmera como recurso de pesquisa. É autor de 14 livros fotográficos e um romance. Ganhou vários prêmios, nacional e internacionalmente.

Confira mais sobre o trabalho do fotógrafo em seu site oficial:http://www.claudioedinger.com/index.html

Palestra com: Claudio Edinger

Tema: Em Busca do Eterno no Efêmero

Dia:21/03/2014

Local: Centro de Convivência da Faculdade Cambury

Horário: 20:00hs

Programação da semana Cine Cultura, de 14 a 19 de Março

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Começou na ultima sexta-feira (14/03), a mostra dos filmes Cidade Cinza, Morro dos Prazeres e Educação Sentimental no Cine Cultura.  Fiquem ligados na programação e nos horários.  A mostra vai até dia 19/03.

O Documentário Cidade Cinza dirigido por Marcelo mesquita e Guilherme Valiengo, relata sobre uma iniciativa desagradável que a prefeitura de São Paulo tomou em 2008 ao pintar paredes da cidade com a cor cinza, na qual o intuito era de fazer uma “limpeza urbana” nos muros da cidade. O documentário de longa-metragem tem a participação dos artistas OsGêmeos, Nunca, Nina, Finok, Zefix e Ise, que tiveram importantes obras destruídas pela iniciativa, e se juntam para repintar um muro de 700 metros. A trilha sonora é composta por Criolo e Daniel Ganjaman.

Em Morro dos Prazeres, documentário dirigido por maria Augusta Ramos, a história  relata o retrato de uma comunidade da zona sul do Rio de Janeiro sob uma nova rotina de vida alterada diante da instalação de uma unidade da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora). O filme também aborda outros assuntos especulativos, tais como a demanda de drogas que ainda sustenta uma mácula de tráfico remanescente na comunidade após a pacificação e a importância da participação de mulheres nas UPP’s. Considerado uma crônica documental, foi vencedor de três prêmios no 46º Festival de Brasília de Cinema Brasileiro (Melhor Direção, Melhor Fotografia e Melhor Som).

O novo longa do cineasta Julio Bressane: Educação Sentimental, conta a história de Áurea, uma professora solitária que, aos 40 anos, inicia uma relação delicada com um jovem que conhece por acaso, compartilhando com ele a sua sabedoria. Elogiada pela crítica internacional, a obra foi eleita como a “joia” do Festival de Locarno, na Suíça, sendo indicada ao Leopardo de Ouro, além de ter recebido o troféu de melhor longa-metragem nacional no IX Panorama de Internacional Coisa de Cinema.

Aproveitem a sessão e bom filme!

Oficina ” Eu não sou o que me falta” com Kica de Castro

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A Secretaria de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial (Semira) está promovendo a campanha com o tema “Eu não sou o que me falta”. E dentro da programação,  acontece hoje as 19:00hs  no Centro de Referencia Estadual da Igualdade – CREI uma oficina de Fitoterapia que terá como palestrante a Fotógrafa Kica de Castro.   A atividade idealizada pela superintendente Executiva da Semira Flávia Cruvinel, será coordenada pela fotógrafa, que desenvolve trabalho com modelos com deficiência, e será realizada no Centro de Referência Estadual da Igualdade (Crei), unidade de atendimento da Semira. O resultado desse trabalho será transformado em uma exposição fotográfica que irá percorrer o Estado de Goiás durante o mês de maio.

Participem!

 

Dia: 13 de março

Hora: 19h as 22h
Local: Centro de Referencia Estadual da Igualdade – CREI
Endereço: Av. Goiás nº 1496, Qd. 124, Lt. 156 – Centro. Goiânia-GO
Fone: (62) 3201 – 7489 – 9903-7932 / 8127-4561 – Flávia Cruvinel

Calendário Guardiões do Lago Paranoá por Kazuo Okubo

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    Este é um projeto desenvolvido em Brasília-DF, onde 43 homens e mulheres tiraram fotos nus no Lago Paranoá para um calendário 2014. O objetivo principal é alertar a população sobre a degradação do Lago.

   A ideia do projeto, surgiu em meados de Outubro, quando houve uma contaminação grave no Lago por parte de um derramamento de óleo vindo de uma caldeira de um hospital público da capital federal. O remador Marcelo Bosi de Almeida, idealizador do projeto Guardiões do Lago Paranoá juntamente com Ana Sol (Atriz), acompanharam a dramaticidade da situação do lago e como cidadãos brasilienses e usufruidores do Lago, resolveram fazer um “protesto simpático e bem-humorado”, não deixando de chamar bastante a atenção de toda a população e alertá-las para os riscos que o Lago corre diariamente.

       O fotógrafo Kazuo Okubo que mora nas proximidades do lago, entrou na causa e ajudou a concretizar o projeto. Com o intuito de sensibilizar a população. Ele diz que o calendário é uma forma de aproximar o Lago da população. “ As pessoas precisam ver, viver e se apaixonar pelo lago. Aí então elas vão ajudar preservá-lo, completa.”

      Segue algumas imagens do belíssimo incentivo de profissionais e voluntários, que abraçaram uma causa pelo “”bem-estar de uma população inteira. Confiram!

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Chefs franceses declaram guerra a ‘fotógrafos de pratos’

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Qual sua opinião sobre esse prato? Te deu água na boca? Acho que não né!

Pois bem! Na França, isso anda sendo visto como um grande problema pelos Chefs de cozinha. O que acontece é que os clientes vão aos restaurantes comer os pratos, os fotografam e postam nas redes sociais. Gilles Goujon, dono do restaurante L’Auberge du vieux puits, em Fontjoncouse, no sul da França, que tem três estrelas no Guia Michelin, é um dos maiores críticos desses fotógrafos ‘amadores’. porque segundo ele, “esses clientes estão ‘roubando’ sua propriedade intelectual.

Outro chef de renome, Alexandre Gauthier, do restaurante La Grenouillère, em Madelaine-sous-Montreil, no norte da França, foi além e decidiu incluir um aviso no menu proibindo câmeras fotográficas – embora a fotografia não é totalmente banida no local.

Mas nem todos os estabelecimentos gastronômicos têm a mesma visão – alguns restaurantes na França decidiram oferecer cursos de fotografia para pôr fim ao que alguns chefs consideram o ‘mal do século’.

Aqui percebemos como é importante fazer uma boa imagem de um prato!

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