Aberta as inscrições para o 14° Goiânia Mostra Curtas

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Atenção galera não percam a data, as inscrições para filmes no 14° Goiânia Mostra Curtas vão até dia 31 de Julho. O festival acontecerá do dia 7 ao dia 12 de outubro de 2014. Participem, Compareçam!

 

 

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Acesse o regulamento em: www.goianiamostracurtas.com.br

 

 

 

Palestra com a fotógrafa Lucille Kanzawa hoje na Faculdade Cambury

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 A fotógrafa Lucille Kanzawa irá ministrar uma palestra hoje as 20hs no centro de convivência da  Faculdade Cambury. O tema da palestra é Poética e identidade na fotografia autoral. 

     Neta de japoneses, seus avós paternos eram de Negano e os maternos de Fukishima no Japão. Lucille nasceu em Mirandópolis, São Paulo, e teve a vida centrada nos ensinamentos de seu pai, que nasceu em Alianças, zona rural do município. Lá eles viviam em uma comunidade denominada Yuba onde o objetivo comunitário visava a arte. Com o espirito aventureiro, Lucille sempre teve sede de sabedoria, buscou conhecer, se inspirar, e na fotografia uniu o que buscou, aprendeu e conheceu ao seu dom e as artes, a riqueza de suas origens. Que prevalece em seu trabalho fotográfico.

     A fotógrafa formou-se em tradutora-intérprete pela Unibero, em São Paulo. Morou nos Estados Unidos, Alemanha, França e Israel, e visitou cerca de 50 países. A fotógrafa,  que se apega  fortemente a sua ancestralidade,  também viajou o mundo nos muitos anos em que voava como comissária. Foi colaboradora da extinta revista Caminhos da TERRA, editora Peixes, de 2002 a 2007, onde publicou matérias (textos e fotos) sobre lugares exóticos.Em 2005, recebeu o Prêmio Porto Seguro de Fotografia – categoria Revelação, e foi premiada com o segundo lugar no concurso “Universo Familiar”, promovido pelo Centro da Cultura Judaica.

     Realizou mostras individuais na Caixa Cultural de São Paulo e de Brasília; na Assembleia Legislativa de São Paulo; na Pinacoteca do Estado de São Paulo; na Galeria Pierre Verger ( no “IV Festival Nacional Agosto da Fotografia”), em Salvador, BA e no Ateliê Canto dos Artistas (no “Pequeno Encontro da Fotografia”), em Olinda, PE. Em 2010, publicou o livro YUBA. Em 2011, foi premiada com a terceira colocação no concurso do Museu do Futebol no Dia Mundial da Fotografia. Em 2012, recebeu o primeiro lugar no Prêmio SESC de Fotografia MARC FERREZ.

Fique com um pouco de Lucille Kanzawa:

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O curta “É proibido reservar lugares” dirigido e produzido por Alberto maia e Marcus Vinas é selecionado para mostra ABD de 2014

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O filme “É proibido reservar lugares”, dirigido e produzido por Alberto Maia e Marcus Vinas, ambos professores do curso de Fotografia e Imagem da faculdade Cambury, foi selecionado para a mostra da Associação Brasileira de Documentarista seção Goiás.

 

A produção mostra a história de Lourival Batista Pereira, o LBP. Figurando no rol de pioneiros da comunicação em Goiás, LBP foi o primeiro crítico de cinema no Estado. Como colunista social também foi pioneiro, neste gênero LBP chegou a ter um programa de entrevistas nos primórdios da TV Anhanguera, em Goiânia.

 

“A história desta produção é quase tão longa quanto a do próprio LBP”, brinca Alberto Maia citando o longo tempo decorrido entre as primeiras filmagens e a finalização do projeto. O lance surgiu numa conversa na hora do intervalo das aulas da especialização em cinema onde éramos alunos.

 

A Nancy (de Melo) contava uma história vivida por seu pai, Marcus (Vinas) e eu nos entreolhamos e estava pronta a ideia. Convidamos o Rodrigo Valle para fazer a fotografia e começamos as filmagens, explicou Alberto. Nessa época (2009), Nancy, Alberto, Rodrigo e eu éramos professores do curso de fotografia. Logo em seguida todos fomos tomados por uma sobre carga de trabalho e acabamos deixando o filme meio em segundo plano, disse Marcus Vinas.

 

Em 2012, Lorena Moraes, à época aluna do curso de Fotografia da Cambury, teve acesso às imagens e entrou no projeto à convite da professora Nancy. Lorena gravou entrevistas adicionais, montou o filme e o batizou, de maneira muito apropriada com o título que é homônimo à coluna de cinema de LPB, É proibido reservar lugares.

Filme: É proibido reservar lugares
Exibição: 29/05/2014
Hora: à partir das 21:00
Local: Cine Teatro São Joaquim, Cidade de Goiás.

Projeto Cinealmofada está de volta!

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No próximo dia 25 de maio as 19h, acontece em frente ao cine cultura o retorno do Cinealmofada reestreando com o filme Quanto mais quente melhor (1959) do diretor Billy Wilder . O cinema é ao ar livre e a entrada é franca! Leve sua almofada chame os amigos, o amor, a família e divirta-se!

 

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Convite: Encontro com o diretor da Agência Nacional do Cinema/ ANCINE.

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Atenção! Vale a pena conferir. Compareçam e fiquem por dentro!

Palestra com o fotógrafo João Ripper na Faculdade Cambury

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     Na próxima quinta feira, dia 8 de Maio de 2014, a Faculdade Cambury receberá a ilustre visita do fotógrafo João Ripper. A palestra acontecerá no Centro de Convivência as 20h e é aberta ao público.

    João Ripper é fotógrafo a mais de 30 anos e seus trabalhos são reconhecidos por se apoiarem sobre o total domínio técnico e apuro estético, fascinando não só pela beleza, mas também pela exposição crua da realidade do Brasil. Ele trabalhou como repórter-fotográfico e atuou em alguns jornais como O Globo, Luta Democrática, entre outros. Atuou também como diretor na Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio de Janeiro, no Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro e na Federação Nacional dos Jornalistas. Foi coordenador das campanhas pela obrigatoriedade do crédito na fotografia e contratos de direito autoral e o responsável pela criação e implantação das tabelas de preços mínimos. Idealizador e coordenador do Projeto Imagens do Povo do Observatório de Favelas. Publicou os livros  “Imagens Humanas”e “Retrato Escravo”. Além disso, coordena escolas e workshops de fotografia e faz projeções e palestras em favelas, áreas rurais e quilombolas.

  O fotógrafo possui um arquivo com mais de 150 mil fotos. Com as quais rodam o Brasil em exposições e algumas também publicadas em seus livros. Ripper cobriu o Brasil de norte a sul, com um olhar poético e investigativo, provocou “furos de reportagem” e ganhou diversos prêmios internacionais com seus projetos artísticos focados nos Direitos Humanos. “Ripper chega perto, convive, cria intimidade e ganha a cumplicidade do fotografado. Quase sempre ele utiliza objetivas de curta distância focal e isso o obriga a estar sempre por perto das pessoas que fotografa”, explica o Curador de arte Danti Gastaldoni que faz uma crítica apurada sobre o trabalho do artista: ”Poucas imagens são tão radicalmente humanas quanto as fotografias produzidas por João Roberto Ripper. Elas são frutos de um olhar humanista sobre os muitos territórios que integram nosso país e constituem um vigoroso painel fotográfico do povo brasileiro. O fio condutor desta documentação fotográfica são os direitos humanos que sempre nortearam Ripper”. Portanto, o trabalho de Ripper é magnifico em sua linguagem, técnica e olhar sob as verdadeiras “Imagens humanas” do Brasil.

Confiram!

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Palestra: O Belo na quebra dos esteriótipos

Data: 08 de Maio de 2014

Horário: 20h

Local: Centro de Convivência da Faculdade Cambury

Entrada Franca

Veja mais em: http://imagenshumanas.photoshelter.com/

Abre inscrições para o projeto “Fim de Semana do Cinema Brasileiro”

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A TV UFG abre inscrições para o projeto “Fim de Semana do Cinema Brasileiro”. O projeto foi criado pela TV UFG em 2011 e consiste em abrir espaço em sua programação para a exibição de animações, ficções e documentários de média, curta e longa metragem inscritos por produtores audiovisuais de qualquer localidade do país. Serão aceitas obras de curta, média e longa metragem. As inscrições estão abertas entre os dias 23 de abril e 13 de maio de 2014 e podem ser feitas pessoalmente na sede da TV UFG, via Correios ou pela internet!

Acesse o site, confira e participe: http://www.tvufg.org.br/cinemabrasileiro/

Palestra com o fotógrafo Valdemir Cunha em Goiânia

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     O Fotógrafo Valdemir Cunha vem a Goiânia nesse dia 24 de Abril para ministrar uma palestra cujo tema é “Paisagem transitória – A documentação da geografia humana nos rincões do Brasil”. O evento acontecerá no Teatro do Centro Cultural  da UFG. O fotógrafo ainda promove um workshop no sábado e domingo, 26 e 27, sobre o trabalho autoral e a produção de livros fotográficos. A iniciativa é promovida pela WA Imagem e tem apoio do Programa Estadual de Incentivo à Cultura – Lei Goyazes.

   Valdemir Cunha tem 45 anos é jornalista e fotógrafo especializado em cultura, povo e geografia brasileira. Tem onze livros publicados, entre eles Pantanal, O Último Éden (DBA, 2007),Brasil Natural (Editora Origem, 2011), Serra da Mantiqueira (Editora Horizonte, 2012) e Viagem à Bahia de Jorge Amado (Editora Abril, 2012).

    Em 1992, o fotógrafo conheceu Jayme Monjardim, diretor de cinema e TV, e foi convidado a participar do projeto de uma minissérie no Pantanal. Durante dois meses ele acompanhou Monjardim, fazendo imagens de still e documentação de locações. Desta viagem nasceu a paixão do fotógrafo pela maior planície alagada do mundo e o seu primeiro projeto de livro, Pantanal: O Último Éden.  O fotógrafo viajou mais de 80 países durante sua jornada, fotografando para seus títulos e também para a editora Abril. E dentre isso chefiou equipes de fotógrafos e criou um controle de qualidade visual e um sistema de produção de imagem sem precedentes no mercado editorial brasileiro. Hoje é publisher da Editora Origem, empresa que fundou com o objetivo de viabilizar projetos ligados ao Brasil. Através do relato da experiência como fotógrafo viajante, Cunha exercita em cada um a busca por imagens que contam histórias da vida, rotina, do cotidiano, mas balizando-se na sensibilidade do olhar pessoal em conjunção com sentido da paisagem ou do lugar onde está. De acordo com ele, a fotografia, mais do que nunca, é um documento histórico.

Sem mais, apreciem um pouco do trabalho do artista:

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Lençois Maranhenses, Maranhanøa

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Visite o site de Valdemir Cunha e conheça mais sobre os seu trabalho:  http://www.editoraorigem.com.br/portfolio/

 

Palestra

Paisagem transitória – A documentação da geografia humana nos rincões do Brasil

Data: 24 de abril

Horário: 20h

Local: Centro Cultural da Universidade Federal de Goiás (CCUFG)

Entrada Franca

 

Workshop

Olhar viajante – Construção de imagens e projetos fotográficos

Data: 26 e 27 de abril

Local: WA Imagem – Rua 89D, 79, St. Sul

Rádio-tvWeb Cambury apresenta:

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  A rádio-tvWeb Cambury  agora tem um canal no youtube onde serão divulgados e apresentados vídeos de produções internas feitas por alunos da faculdade Cambury e pela própria rádio-tvWeb.

O endereço eletrônico do canal é : http://www.youtube.com/channel/UCWtP27cN6_rXTfULr8Kx9VA

  E para começar, confiram a entrevista com o ilustre fotógrafo Claudio Edinger que esteve na Faculdade Cambury no dia 21 de março para ministrar a palestra:  Em Busca do Eterno no Efêmero. Na entrevista, Claudio fala sobre como se interessou pela fotografia, de onde vem suas referências e relata a transição da máquina analógica para digital em seu trabalho. Confiram!!

Entrevista: http://www.youtube.com/watch?v=LQfZUhyGGwI

Visita do fotógrafo Claudio Edinger na Faculdade Cambury

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20140321_202025 cópiaNo dia 21 deste mês tivemos a ilustre visita do fotógrafo de arte Cláudio Edinger na Faculdade Cambury! Ele ministrou uma palestra com o título: Em Busca do Eterno no Efêmero. O fotógrafo que está no ramo a 40 anos, falou sobre o início de sua carreira e o decorrer dela até aqui, mostrando vários lugares onde morou e fotografou, com os quais vários desses viraram livros publicados por ele. Além disso, contou sobre sua trajetória relatando histórias, técnicas, sua experiência com o avanço da tecnologia e a influência disso na maneira de fotografar. Discutiu a relação que o fotógrafo precisa ter com o seu trabalho/obra onde o olhar do fotógrafo é o essencial, suas experiencias, suas vivencias todas refletidas em seu trabalho é que faz do fotógrafo de arte ter sua própria identidade e conseguir se expressar através da imagem. E entre os resultados de cada fase de seu processo, as imagens de seus caminhos durante esses 40 anos de carreira foram completando o discurso de Edinger e inspirando a todos que estão começando agora sua trajetória.

Veja a seguir as impressões do professor Marcus Vinas sobre esse encontro:

O curso de fotografia e imagem da faculdade Cambury recebeu um ícone mundial da fotografia de arte. A partir de agora divido com vocês minhas impressões sobre tão relevante momento para o curso. A priori Cláudio foi, a todo tempo, inspirador. Ele mostrou que um verdadeiro artista não tem momentos de arte, mas sim vive a sua arte o tempo todo. É assim que todos nós do curso de fotografia temos que pensar. Temos que encontrar e dar vazão ao artista que habita em todos nós. Sim nosso curso tem uma carga horária grande na parte técnica, mas temos momentos importantes para a nossa formação artística, seja nas aulas de fotografia artística, seja em teoria da imagem e em qualquer outra disciplina do curso a possibilidade de fazer emergir o artista está lá. Não pensem que o nosso curso por sustentar a alcunha de tecnológico, forma técnicos. Nosso curso forma profissionais da arte, que sabem empreender o próprio negócio, montar seu próprio estúdio, mas sem perder de vista o fato de que a qualidade do trabalho repousa na quantidade de arte que se aplica ao trabalho. O que diferencia uma boa foto de uma foto comum é o olhar do artista. Outro ponto relevante que Cláudio abordou foi a questão de equipamentos e acessórios. Ter equipamentos de ponta é importante? Podemos dizer que sim. Ter equipamentos de última tecnologia é garantia de boas fotos? Não! Jamais! Usar Nikon, Canon, Leika e etc; não garante um bom produto final. Ajuda ter bons equipamentos? Sim, com certeza, mas o bom equipamento nas mãos de um fotógrafo com um olhar ruim não pode resultar em algo bom. “É preciso ter a consciência de que o equipamento usado é o meio e não o fim!” Assim encerrou Cláudio o assunto, refletindo até sobre aquela conversa rançosa de que a fotografia analógica é a forma mais romântica e artística de se registar imagens. “Balela”, disse ele. A tecnologia está aí para democratizar, agilizar e desenvolver novas técnicas de se fazer a arte com a luz, se prender em nostalgia só vai engessar e encarecer a linguagem utilizada. Foi-se o tempo em que podíamos afirmar que a ampliação em cromo ou em filme de 35mm ganha na profundidade e no realce das áreas escuras da imagem. Tudo isso é facilmente conseguido com equipamento digital de hoje e ainda somamos a isso os softwares de edição e tratamento de imagens como o Photoshop e o Lightroom. Desta frase vou me lembrar sempre: o equipamento é o meio! Por fim, volto ao início de minhas observações e retomo a arte. É preciso que o fotógrafo ou videasta, cineasta, realizador deixe o artista sobrepujar o técnico e assim botar a técnica para fazer a arte. Para isso é preciso que nos exponhamos ao mundo, vivamos experiências, vejamos o mundo e as suas mais diversas culturas. É preciso que nos embrenhemos nos sentimentos, sorrir quando alegres, chorar quando tristes, viver emoções. Um artista não passa incólume pela vida, o artista carrega na alma as cicatrizes de tudo que viveu, só assim acumulamos vocabulário suficiente para que possamos deixar que o artista em nós possa falar e expressar por meio da arte o que vemos do mundo. Marcus Vinas.

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